A cor e a decoração das paredes são alguns dos elementos que mais imprimem personalidade aos ambientes de uma casa. E a escolha entre papel de parede ou pintura pode ser uma das mais difíceis para quem está decorando pela primeira vez ou apenas renovando os espaços. 

A resposta para essa pergunta pode estar nas vantagens e desvantagens de cada um desses elementos. Pensar na finalidade dos cômodos que está decorando, assim como em móveis estarão presentes nesse ambiente e com a personalidade dos moradores em mente, torna a escolha entre papel de parede e tinta muito mais fácil! 

O papel de parede, um queridinho dos anos 1960, tem aplicação rápida e não deixa resíduos ou cheiro. Quando pensamos em design, os papéis de parede oferecem uma variedade incrível de estampas, cores e texturas, o que permite a composição de ambientes cheios de personalidade e criatividade! 

Mesmo com tantas vantagens, alguns outros aspectos devem ser considerados na hora de escolher o papel de parede. Essa opção pode ser um pouco mais cara do que a pintura e exige muito cuidado em sua instalação, para evitar a formação de bolhas, desigualdade nos designs e outras deformidades.

A pintura, em contrapartida, tem valor mais baixo e a variedade de tintas que existem hoje no mercado vão muito além das cores e da textura: existem opções sem cheiro, laváveis e até mesmo antialérgicas. Ainda assim, a pintura ainda perde para o papel de parede por ser menos durável em ambientes internos, exigindo manutenção mais constante.

Ainda não se decidiu? Que tal mesclar as duas opções? A tinta pode ser utilizada como background e o papel de parede em detalhes. O papel pode ser usado em uma ou mais paredes, em contraposição a outras pintadas com cores neutras ou que estejam na mesma paleta. O necessário é ser criativo e ter cuidado ao combinar os elementos, de forma a criar um ambiente harmônico com o piso e a mobília!

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